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A little deeper…

Eu percebi em meus últimos devaneios que eu nunca me apresentei propriamente aos meus leitores ou ao pessoal que assiste meu canal, e mais ainda nunca contei minha história de vida até hoje. Então esse post de hoje será exatamente sobre isso, uma breve apresentação sobre minha pessoa e o que eu já vivi até hoje. Quem gosta de ler, espero que goste! Quem não gosta, é só voltar a fazer aquilo que estava fazendo.

Meu nome é Laura de Almeida Valadão, e eu nasci no dia 23/05 do ano de 1990. Nasci em Goiânia-GO porém meu pai (não sei por qual motivo, talvez para agradar seus pais) me registrou como nascida de parto normal em Anicuns, uma cidade no interior de Goiás, de onde é minha família inteira. Nasci em Goiânia e lá morei até os meus 6/7 anos, não sei bem de fato as idades depois eu confirmo com minha mãe. Quando eu tinha meus 7 anos meu irmão mais novo nasceu, e ele era meu boneco, meu neném e desde então é assim que eu o vejo, até hoje hehe
Nós nos mudamos para Brasília, e o meu mundo já deu uma virada, pois saí de uma cidade onde tinha membros familiares (primos e parentes), meus coleguinhas, e enfim, toda uma ‘vidinha’. Não interprete isso como se eu não tivesse gostado de me mudar, gostei sim, e senti esperança naquela nova fase.
Em Brasília eu me mudei de quadra e consequentemente de escola, uma mudança que parece pequena, mas para uma criança mudar de escola é coisa séria. Porém eu adoro novidades sempre gostei de fazer novos amigos e fui feliz e contente. Nessa nova escola, a Escola Paroquial Santo Antônio, eu fiquei uns quatro anos, dos 9 aos 12. Eu me sentia muito bem alí, os professores gostavam de mim, tinha meu grupo de amigas, os primeiros crushes, e virei até baliza (que acompanha a banda da escola) que foi a maneira mais perto de eu realizar minha vontade de ser cheerleader. Eu já tinha assistido mil filmes de cheer e como sempre fui do ballet e das acrobacias eu morria de vontade de ser uma. Pois bem, logo ali no meio do ano que eu fiz 12 anos meu pais reúne a família e fala ” Vamos morar nos EUA!”. Ele tinha ganhado uma bolsa de estudos para fazer seu mestrado e doutorado, e isso demoraria uns 4 anos.
Não me lembro de ter ficado triste hora nenhuma com a notícia, assim como minha irmã mais velha que já tinha namoradinho e sua turminha há muito mais tempo. Pelo contrário, enquanto a data da mudança não chegava eu sonhava com minha nova vida e lembrava dos filmes que já tinha visto (…) To be continued

Esse é um post que diz muito sobre mim, sobre o que me fez ser como sou hoje, isso porque nem terminei de falar das minhas mudanças físicas e muito menos das emocionais.
Vocês que já se mudaram, qual foi a sua reação? Me conta um pouco, quero saber como pensam a respeito do assunto!

FOTO do ACQUEDOTTO ROMANO (eu que tirei) meramente ilustrativa hahah

20 anos de Harry Potter

Parece que foi ontem quando eu ganhei dos meus pais o primeiro livro do Harry Potter. Eu já havia visto um pessoal pela escola com ele, dava pra sentir nascer aquela nova febre. Eu tinha 11 anos quando ganhei o livro, e a partir do momento em que abri aquela primeira página eu me entreguei. “Não é possível que esse mundo foi criado do nada, ele TEM que existir, e eu VOU receber minha carta de Hogwarts…” Sim eu acredito em creditar em tudo, é maravilhoso! Devo ter demorado um dia e meio para ler o primeiro, e a partir daí o segundo, terceiro e enfim, o máximo que demorei foram quatro dias, porque tive que me controlar. Fui dosando o último livro, chorando a cada morte (principalmente a do Doby), e enfim quando acabou, PAH! Senti um vazio, e até alí já tinham sido lançados alguns dos filmes, e foi então que me apeguei a eles. Vira e mexe eu e o Fabio fazemos maratona de HP, a gente ama!

Sei que muitas pessoas passaram pelo mesmo, e que nossa geração é a geração Harry Potter, portanto aproveitando que ontem fez 20 anos em que o primeiro livro da saga foi lançado, fiz uma sequência de vídeos sobre o assunto para meu canal.

O primeiro foi para me selecionar em alguma casa, vem ver!

Guess who’s back?!

Sei que minha relação com o blog é instável, a gente briga, separa, e depois volta no maior “love”. Para aqueles que não desistiram de mim, fica aqui meu agradecimento do fundo do coração. Acaba que o blog se tornou um lugar de desabafo, e em todos os posts em que me abri tive um retorno muito bom de quem o lê. Enfim, eu estava pensando um dia desses em como eu gostava de filmar os vídeos para meu canal do Youtube, e me perguntei por que eu tinha parado? A resposta veio rapidamente: parei porque eu não sabia editar, e eu sempre contava com a ajuda do Fabio, meu namorado na época, e agora meu maridinho. Eu sempre fui muito dependente de outras pessoas porque nunca tive que me virar, mas isso acabou depois que morei sozinha na Itália. Quem me acompanha aqui sabe! Tive que me virar nos 30′ para pegar ônibus pra ir pra escola, pegar vôo internacional sozinha, aprender a falar italiano sozinha, e enfim, foi uma fase extremamente necessária na minha vida. Portanto, peguei o tal do programa e falei pra mim mesma “eu vou lhe usar” e fui mexendo e descobrindo as funções, e me ensinei a editar (o basicão ainda) meus próprios vídeos.

Venho por meio deste post dizer que EU VOLTEI! Meu canal do Youtube está com vários vídeos novos, editados por mim, ainda com algumas ajudas do Fabio, porque ele gosta de dar uma incrementada haha!

Entrem no meu canal e se inscrevam! Segue aqui o primeiro:

Xô, bullying!

Assisti finalmente o tão falado “13 reasons why” e resolvi fazer esse post porque me lembro que das vezes que me “abri” por aqui com vocês o resultado foi muito legal porque muita gente se identificou com meus problemas e sentimentos. A série é sobre bullying e sobre como isso pode afetar tanto uma pessoa ao ponto dela querer tirar a própria vida. (Relax esse post não é depre, continue lendo).Vou dividir esse post em três episódios explicando porque eu perdi a vontade de ter/manter esse blog (sem sucesso porque aqui estoy!).
Episódio 1: Eu lembro que quando eu comecei o blog eu era super empolgada e sempre queria postar sempre focando no conteúdo “moda”, que no caso se resumia a “looks”.Até que em um belo dia vi um comentário esperando aprovação e esse era de uma pessoa bem amarga, comentando que meu look não tinha nada de mais (etc). Depois disso nasceu um medo, que talvez muita gente pode achar idiota, mas é um medo que conseguiu me bloquear de certa forma, e esse medo é o medo da temida opinião alheia. Quem leu até aqui vai começar a fazer o link com a série já, já. Desde esse comentário eu resolvi me esforçar mais para caprichar nos looks e talvez melhorar a qualidade das fotos, enfim até esse ponto eu realmente acatei e tentei “agradar” aquela pessoa melhorando aquilo que ela tinha achado ruim no meu blog.
Episódio 2: Alguns meses depois eu fiz um post sobre a água com gás Cambuquira, e fiz uma foto que na época eu me arrependi muito, com a Cambuquira em frente duas de suas concorrentes. De fato aquele dia COMPREI as três para ver qual eu gostava mais. Reparem bem, eu disse, COMPREI, para comparar. No dia seguinte vi vários comentários falando que eu tinha parado em um blog que “zoa” outras blogueiras com o ,”Jabá do dia”. O conteúdo desse blog é escrito de uma maneira bem ríspida e digna de um “bully”,na verdade o blog em si, tanto o conteúdo, quanto a escrita. O fato é, eu não recebi nada para divulgar nada, estava apenas querendo divulgar um produto que chegou na capital que é da cidade onde minha sogra nasceu, PONTO. Enfim, esse dia eu aprendi que não importa o que você postar, as pessoas vão achar que você está ganhando algo com isso, e aprendi também que até nesses assuntos “bestas” as pessoas amargas conseguem distorcer e falar mal.
Episódio 3: Apesar dos apesares eu continuei postando, com menor frequência é claro. Algum tempo depois e aqui eu já não me lembro o post, eu fiz como sempre: esperei algumas horas, voltei pra minha conta aqui no wordpress, loguei, vi a bolinha que indica que tem comentário esperando aprovação e cliquei. Tinham ,como sempre, alguns spams, alguns comentários legais, e um comentário gigante de quase dois parágrafos acabando com a minha pessoa. Ele inclusive era anônimo, é claro, e no lugar do NOME estava “a que você vai achar que tem inveja de você por estar fazendo esse comentário, porque você se acha” .Eu deletei esse comentário, depois de reler cinco mil vezes. Por que eu li cinco mil vezes? Eu estava tentando entender o que leva alguém a se dar o trabalho de entrar num blog de uma pessoa que ela não gosta, para fazer um comentário desse. No fim percebi que eu não compreendia porque isso é algo que eu nunca faria. Não vou mentir que não fiquei magoada, porque fiquei sim, e depois disso eu fiquei um bom tempo sem postar, mesmo porque a empolgação foi pro zero quando vi que existe esse tipo de gente, esse tipo de blog, e esse tipo de vida.
Graças a Deus que eu tenho pessoas na minha vida que estão sempre me fazendo felizes, e me inspirando, e que eu sempre rezo pra ver o lado bom em tudo. Nesse dia eu até rezei pra pessoa que escreveu esse comentário, pra ela encontrar paz no coração dela e eu também.
Infelizmente eu me importei com a opinião dela e parei de postar, algo que hoje eu vejo que foi uma besteira, uma infantilidade. A Hannah, a personagem da série, se importou tanto com o que as pessoas falavam sobre ela que ela preferiu nem viver nesse mundo mais. Tudo bem que no caso do seriado ela sofreu outros tipos de abusos também, mas isso eu nem consigo comentar aqui porque não imagino o que eu faria na situação.
Mas a conclusão desse post é que temos que ser o que somos e se as pessoas não concordam, paciência. Essa é a beleza do mundo, imagina se fossemos todos iguais? Inclusive vi uma frase muito boa enquanto tomava meu “banho” de wifi que era assim: “O que as pessoas pensam sobre você é problema delas”. Existe algo mais certo do que isso? I think NOT! O que importa nessa vida é se você está em paz com a pessoa que você é, se você se conhece, e se as pessoas que você ama te conhecem e gostam de você como você é. O resto, é resto.

Bom é isso, não deixe pessoas amargas amargarem você!

Xô bullying!
Baci, baci
Laura Valadão

PS: Deixo aqui 10 motivos para sorrir; :D

via GIPHY

A série é essa aqui!

Silêncio

Eu estava naquela luta contra a insônia um dia desses, virando de um lado para o outro, quando finalmente desisto e deito com a barriga pra cima, e aí eu percebo uma coisa muito estranha. A meu quarto, o prédio, e a cidade estavam todo em silêncio. Mas foi a primeira vez, desde que cheguei aqui, que presenciei um momento de silêncio, porque italianos já falam alto, o trânsito da cidade é caótico, todo mundo buzina pra todo mundo, e pra completar os ônibus são barulhentos também. Ou seja, eu já estava acostumada de escutar barulho de carro, de gente conversando, enfim, aquele barulhinho “agradável” de cidade grande. Mas por quarenta minutos, eu não escutei nada. O silêncio era tanto que eu escutava o meu batimento cardíaco. “Nossa que exagerada”, vocês devem estar pensando, mas é verdade. Enfim, o fato mais interessante não é nem isso, é o fato de que silêncio também é um “barulho”, e ele incomoda muita gente. Fiquei pensando nisso, e como é ignorância demais aquele ditado “quem cala consente”. Claro que não, o silêncio não necessariamente significa que a pessoa consente, ela pode estar pensando um milhão de coisas, inclusive tem um outro ditado que eu prefiro mais: “silence is the best reply to a fool”. Que significa que o silêncio é a melhor resposta para um tolo.
E, vocês qual ditado preferem?
baci baci =*
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Insônia

Não faz muito tempo que comecei a ter a tal, a famosa, a peste da insônia. Acho que é porque minha mente está sempre a mil, como se cada fogo de artifício da noite de réveillon em Copa fosse um pensamento ou ideia. Tudo esta super tranquilo até dar a hora de dormir, ‘ok um banho vai ajudar a relaxar e dormir melhor’ e sigo pro banho. Banho, creme, creme de novo, e pijamas. A partir do momento que estou na posição horizontal o pandemônio começa, ‘mas eu realmente deveria ter comido menos na janta’, ‘nossa, eu deveria escrever sobre aquele desfile, foi tão lindo’,’puts…ainda falta colorir tanto músculo pra aula de anatomia’,’eita, tenho que fazer o desenho pra aula de photoshop’,’pra que dia é a minha passagem mesmo?’, ‘Ai meu Deus, que horas é esse vôo?’,’Será que eu me levando pra olhar?’,’Laura, vai dormir amanha você tem que acordar cedo’…E aí se vão uma, duas, três horas. ‘Ok, tenta contar de 10 a zero, 10, 9…’acho que eu devo olhar como vai ser o clima amanhã, estou cansada de passar frio’,’Ah! 8,7,6…’,’Aquele filme é realmente lindo, eu deveria escrever no blog sobre ele’. E aí vão mais algumas horinhas, e até que pá! Lá pra três ou quatro da manhã eu consigo dormir. Bom, já vou avisando que peguei leve com vocês, porque é isso aí vezes dez na realidade. Resolvi compartilhar pra ver se vocês também tem esse problema, e porque li uma crônica da Martha Medeiros que falava que se a gente parasse de pensar, nem que seja por um dia, o tanto de paz que isso iria nos trazer. Eu acho impossível, porém existem algumas coisas que me distraem, como desenhar, ler e malhar. Ah, inclusive, a falta de atividade física é a grande culpada dessa insônia, ou seja, devo voltar a malhar faça frio ou faça frio rsrs
No mais, aqui vai uma foto de um dos meus insights noturnos, como a arquitetura inspira a moda ;)
Baci Baci =*

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When fashion meets food

Fico admirada com como funciona a mente do ser humano, como cada pessoa pega uma única frase como “when fashion meets food”(quando a moda se encontra com a comida), e cria a partir disso uma coleção. Mas o mais interessante, nem é o fato de transformar uma frase em trabalho de fato, fico mais “de cara” com como não teve nenhuma criação repetida, algumas pessoas fizeram o mesmo ramo, como por exemplo: frutas e doces, mas mesmo assim, nada nem meramente parecido.
Queria mandar um parabéns para todos os meus colegas! Uhul
Quando ouvi o tema pensei logo em comida italiana porque ela é cheia de formatos e cores diferentes. Fiz uma coleção de verão de seis croquis, bem simples,mas super usável. Não quis usar a comida como estampa, para não ficar muito obvio, mas acaba que consegui (penso eu) fazer uma coisa obvia e, ao mesmo tempo, não tão obvia assim.
Eu gostaria muito de saber o que vocês acharam :D por favor, comentem e me deem um feedback!
Obrigada desde já!
Baci Baci =*
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