MEU FAVORITO ABSOLUTO! Oscars 2018

Bom dia!
Sei que estou atrasadíssima para esse assunto, porque hoje em dia é tudo assim. Se você não saber do que aconteceu, no EXATO momento em que aconteceu, você é uma pessoa desatualizada. Bleh. Imagina que beleza que devia ser antigamente, que as notícias demoravam semanas para chegar até nós. Os ansiosos piram.

ANYWAYS! O assunto de hoje é OSCARS, e devo dizer que não assisti todos os candidatos a ganhadores, porém o ganhador eu assisti eu eu AMEI. Depois escrevo mais profundamente sobre a minha visão do filme, essa semana mesmo, mas agora pausa para meus looks favoritos.

Para quem não sabe, minha cor favorita é bordô, isso mesmo, e foi essa a cor que as minhas madrinhas de casamento usaram (mesmo nem todas amando, mas juro que a harmonia na foto valeu!). Porque estou falando isso?
Porque eu acho que eu nunca vi um vestido TÃO a minha cara como esse Zac Posen que a Emmily Ratajkowski usou para o after do Oscars.

Ele é simplesmente o vestido mais perfeito, começando pela cor, depois pela modelagem, e em seguida a capa, que também vira um capuz. Sendo tão perfeito assim, esse foi o meu número 1, com certeza. E digo mais, vou demorar ver outro vestido tão lindo assim. Desculpa aí mas P*t@ que PARIU, como eu amei!!!

Em seguida meus outros eleitos, com segundo e terceiro lugar!

E aí o que vocês acharam!?

Vinho de Caixinha

MINIMALISM

O documentário começou com cenas chocantes, parecia que eram pessoas correndo para salvar suas vidas, mas na verdade era só a abertura dos portões no Black Friday americano. Eu poderia começar esse texto com vários tópicos que o documentário aborda, mas nesse aqui vou falar sobre o que eu senti na pele.

Quando eu fui morar nos Estados Unidos eu já fui com uma mentalidade de filme, eu queria ser cheerleader, queria levar aquele saquinho de papel com meu almoço pra escola, queria ver jogos de esportes Americanos,e no final percebi que queria muito mais experiências do que coisas.

O americano sempre foi muito trabalhador, eles prezam por isso, o único problema é que de uns tempos pra cá a recompensa por tanto trabalho são coisas. Trabalhar para comprar algo. É aquele velho ditado “Compramos coisas que não precisamos, com dinheiro que nem tempos, para impressionar pessoas que não gostamos.” Graças a Deus a minha experiência lá foi super tranquila nesse aspecto, tínhamos um carro modelo antigo e morávamos numa “townhome”, e na escola tínhamos contato com pessoas que viviam melhor e também, por ser uma escola pública, com pessoas que viviam pior.

Mas se tem uma coisa que eu percebi que move o americano, e isso percebi só depois que morei na Itália, é o tal do HUSTLE. O tal do “time is Money”. Me diz, se tempo é dinheiro, você saiu no prejuízo ao contemplar um por do sol? Para eles, sim.

Anos depois me encontro morando em uma das cidades mais antigas de nossas histórias civilizadas, Roma. Roma é charmosa, é cheia de detalhes, é uma senhora. Uma senhora e tanto. Foi em Roma que tive que me livrar da minha timidez, e foi em Roma que percebi que a felicidade não vem de COISAS. Eu vivia simples, morava em uma Casa per Ferie que era dirigida por freiras, tinha uma suíte, e a sala e cozinha eram áreas comuns, e comigo moravam várias garotas, eu me sentia na verdade em Chiquititas (risos). E meu pai me mandava uma mesada, que não era muito, mas eu já estava no exterior estudando o que eu amava, então não achava nem justo pensar que o valor era pouco. Mas isso nem foi problema, depois de alguns meses lá eu me via sempre feliz, e sempre em estado de apreciação.

Todo dia no caminho para a aula eu passava naquele velho caminho, e todo dia eu admirava o mármore do portal do Vaticano, que era o mesmo do meio fio, as árvores diferentes que tinham além do muro, a variedade de gente que ficava na fila do museu, as pessoas que tomavam seu café com um livro, e enfim reparava em tudo e pensava- quantas pessoas já não passaram por aqui durante todo esse tempo de história? Como será que era Roma trezentos anos atrás?

Enfim, Roma me ensinou a felicidade em um cair de tarde, com uma canga na grama, boas amigas, e um vinho de caixinha, (que custa dois euros, e na minha opinião era uma delícia).

Sei que comecei falando sobre o documentário, mas antes de falar sobre outros assuntos que eles expõem, quis falar um pouco sobre como morar nesses dois lugares me fez quem eu sou hoje. Os americanos continuam no seu hustle, querendo sempre trabalhar mais, para ganhar mais, para comprar mais, e isso tudo sem nem reparar na paisagem ou até mesmo no próximo. Os europeus em contrapartida, são tranquilos, inclusive são bem “take your time”, aprecie, tire uma fotografia mental desse momento, porque é só isso que a gente leva com a gente.

Tendência SAG Awards 

Hello peoples! Sabe aquela piadinha?
“Esse vestido é pra gente, ou é pa ET?”
haha Essa foi a vibe da SAG Awards! A maior tendência do evento foi o paetê! Eu particularmente amo, adoro o brilho, mas o que eu mais adoro é que o paetê já faz o “trabalho” sozinho, ou seja, o modelo não precisa ser super elaborado para que ele fique um vestido digno de red carpet, tudo vai depender do tamanho, cor, brilhosidade e tamanho das “escamas”. E vocês? Gostam de paetê?

Meu favorito foi o da Nicole Kidman!


Esse da Lupita não é de paetê, porém coloquei aqui porque eu AMEI AMEI AMEI!  

Millie deu seu toque com os All Stars! Amei também!

Achei essa cor chumbo com “escamas” médias super chic! E vocês?!